sexta-feira, 3 de agosto de 2012
...Mas o mal que não quero esse faço
terça-feira, 12 de abril de 2011
Doutrina única detentora da verdade?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Espiritismo na Prática
terça-feira, 13 de julho de 2010
Benção (por Chico Xavier)
Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento. Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização. Teus parentes, amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade. Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, busque o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Os Caracteres da Perfeição Moral
Se pegarmos essa passagem em sentido literal, podemos nos perder em devaneios desnecessários. Deus é a única perfeição absoluta, nada e nem ninguém poderá atingir tal grau. Porém, nós temos a centelha divina dentro de cada um de nós. Somos Espíritos perfeitos, não no sentido moral, pois para isso ainda falta algumas duas... ...dezenas de milhões de reencarnações, mas no sentido de sermos criaturas divinas, pois toda criação de Deus é perfeita. Temos dentro de nossa consciência, gravadas em ferro e fogo, as Leis Divinas, que trabalhadas, entendidas e praticadas com amor, inteligência e sabedoria, nos levará a perfeição, perfeição esta que Cristo se referia no passado.
Antes de qualquer análise mais profunda sobre esse tema, é imperioso conhecer os maiores de todos os vícios, de todos os males da humanidade: o egoísmo e o orgulho. Todos os males partem destes. Devemos verificar que toda inferioridade moral que o ser humano possui, é porque carregamos dentro de nossas bagagens de experiências, sentimentos que estão ainda contemplados no mal. Nosso trabalho é lutar contra esse câncer que faz com que não nos tratemos como irmãos, que lancemos anátema contra todo e qualquer ser humano, não sendo condescendentes com quem quer que seja.
O desprendimento e o desinteresse no seu mais amplo sentido são outros fatores a serem levados em conta quando falamos de Perfeição Moral. Não há como evoluir se não nos desfizermos das amarras que nos prendem à inferioridade. O desprendimento de tudo o que é material, todas as coisas que não nos acrescentam algo como ser humano, não nos tornam pessoas melhores, mais íntegras, devem ser extirpadas.
O desinteresse, por sua vez, é ainda mais difícil. Muitos pensam às vezes estarem fazendo caridade, mas quando vasculhamos o mais intimo de suas intenções, iremos ver algum tipo de interesse, seja material ou espiritual. Material porque às vezes, a exemplo dos políticos, fazem caridade esperando algo em troca, no caso o voto. Espiritual porque muitos fazem a caridade esperando serem recompensados no além túmulo, daí já temos o egoísmo, pensando mais em si mesmo que no próximo. Não que não devamos nos preocupar com nosso futuro espiritual, mas devemos procurar fazer o bem colocando-nos na situação de quem recebe o bem. Devemos sentir como se fossemos nós mesmos recebendo a atenção do nosso irmão.
A fim de conseguirmos contemplarmos essa perfeição em nós mesmos, não devemos abrir mão do maior de todos os ensinamentos de Jesus, o amor ao próximo, a caridade para com todos. Jesus, sabendo de todos os segredos que rodeiam a alma humana, todas as suas imperfeições, brindou-nos, dentre várias, duas lições que devem nortear a nossa vida: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Marcos 12:30-31). Pouco mais a frente, neste mesmo diálogo de Jesus com os escribas, um destes repete seus ensinamentos demonstrando entendimento, então Jesus apressa-se em dizer que aquele está próximo do Reino dos Céus – ou da perfeição relativa a que estamos tratando.
Ouso analisar este mandamento e acrescentar algo. Para que possamos amar o próximo, temos que amar a nós mesmos. Para amarmos a nós mesmos, precisamos fazer um mergulho profundo dentro de nós, no imo do nosso serr em busca de nossos vícios e virtudes. Devemos combater os vícios e elevar a virtude. Através do conhecimento de si mesmo, poderemos entender o problema que aflige o próximo, entendermos que nós somos partes de um todo, o Todo Maior, que é Deus. Onde Ele nos dá condições de analisarmos todas as situações da vida a fim de compreendermos e nos dá subsídios para entender o sofrimento do próximo e não apontá-los como juízes severos. É mister que todas as nossas reflexões levem em conta não só o sofrimento alheio, mas suas virtudes, suas qualidades e que possamos aprender com elas. Não há nada melhor que olhar para o próximo como um reflexo de nós mesmos. Não teremos condições de verter julgamentos pesados para conosco, portanto, sereremos indulgentes pa com os nonossos irmãos.
Refletir, como Santo Agosostinho nos ensinou em O Livro dos Espíritos, é imprescindível. Todas as vezes que deitarmos a cabeça no nosso travesseiro, interrogarmo-no sabermos se tudo o que fizemos no dia foi bom, se algo fizemos de errado ou se possui algo que podemos melhorar. Assim, neste exercício diário de conhecimento de si mesmo, teremos condições de exercitar o amor desinteressado para com nossos irmãos, independente de cor, raça e/ou condição social.
Como dizia um velho filósofo da Grécia Antiga: "Homem, conhece-te a ti mesmo!"
Referências
Livro dos Espíritos, capítulo 12 - Perfeição Moral
O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII - Sede Perfeitos
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O Princípio da Dor
Tudo na vida vem através do progresso. O progresso que nos tirou da era das cavernas, da era em que nos comunicávamos com uma linguagem rústica, com uma articulação pobre e quase sem significados para a era em que o homem já pôde transmitir os seus pensamentos através da palavra. Este mesmo progresso nos tirou da época em que a barbárie tomava conta do coração dos homens para o tempo onde nós já temos o senso de justiça e estamos cansados do mal. Em se tratando de progresso tecnológico e intelectual, é irrelevante nos delongarmos aqui.
Não obstante, todo o progresso vem através da mudança. A mudança que nos tira da zona de conforto e nos faz modificar atitudes, hábitos e pensamentos. Sendo que, modificar tais características não é simples e tampouco indolor. A mudança nos dá medo, nos trás dificuldades e muita dor, principalmente aquelas que nos toca o íntimo. Portanto, a dor neste caso é uma grande companheira que nos ensina, traz-nos um pequeno “sofrimento” e depois vai embora, pois após o nosso aprendizado e o estabelecimento dos novos hábitos, ela não será mais necessária.
Contudo, há também aqueles que não se comprazem da mudança. Preferem a zona de conforto, não querem ter o trabalho de modificarem-se, de modificarem as atitudes, hábitos, costumes. Preferem ficar para trás, porém não terem que sofrer a dor da mudança, dor esta Divina que nos empurra em direção ao Alto. Pobres criaturas! Sempre são arrastados pelo progresso, sofrendo com dores impostas e, ainda não compreendendo a necessidade do progresso, fixam-se no pretérito, fazendo da dor um sofrimento, trazendo sérias conseqüências para a sua formação moral e intelectual.
Sem mencionar as dores provenientes dos resgates e planejamentos efetuados no plano espiritual das vidas sucessivas, podemos entender parte do problema que aflige a humanidade, a dor por inanição. Por não querer acompanhar o progresso da humanidade, por não quererem fazer parte de uma nova humanidade. Humanidade esta que habitará a terra prometida e fará deste planeta um mundo melhor de se viver.
Artigo Relacionado:
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Pena de Morte
Sob a ótica Espírita (e de muitas outras religiões), ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém. A vida foi dada por Deus e somente Ele pode interrompê-la no momento de Sua vontade de acordo com os desígnios que o Criador tem para todos nós.
O mundo passou por muitas transformações. Muitas mudanças erradicaram da nossa vida os maus hábitos dos nossos antepassados, porém outros, embora em pequena proporção, perduram na sociedade planetária, dentre elas a pena de morte.
Além das conseqüências trágicas sociais que a pena de morte pode trazer, as conseqüências espirituais são muito piores, independente se o réu é ou não de fato culpado pelo crime cometido.
Sabendo-se que a vida não cessa com a falência dos órgãos do corpo humano, crer que o indivíduo estará pagando pelos seus crimes simplesmente matando-o é uma mera inocência daqueles que ignoram a verdadeira vida.
Quando alguém faz mal a uma pessoa que não tem o dom de perdoar, normalmente esta não poupará forças para fazer o ofensor sofrer tudo o que lhe deve. Naturalmente, pelo fato dos Espíritos não serem nada além de nós mesmos despidos da vestimenta carnal, os réus dos tribunais terrestres condenados à pena de morte serão perseguidores incansáveis daqueles que contribuíram para a morte prematura. Daí se tem os quadros obsessivos que muitas pessoas ignoram a verdadeira causa, atribuindo as situações e até sintomas de saúde a causas incorretas, ignorando que a morte extinguiu a existência do Espírito.
Além dos problemas obsessivos, vale ressaltar, que assim como a lei física terrestre que diz que para toda ação existe uma reação de mesma força na direção contrária, também para o regimento da vida universal, existe a Lei de Causa e Efeito que diz que para todo efeito existe uma causa. Sendo a causa das obsessões os verdugos que foram expurgados da existência terrestre através da pena de morte no nosso caso em questão, também a causa de muitas mortes e sofrimentos que pessoas passam na maioria das vezes ignorando a causa, são conseqüências de ações vertidas contra os semelhantes fora das Leis Naturais, ou seja, infringindo-a. Por que quem pela espada fere, pela espada será ferido, já disse Jesus.
E qual seria então a solução para este problema?
A educação material e espiritual (esta se possível) da raça humana. Aprender a educar os homens prematuramente, mostrando as conseqüências de seus atos, fortalecendo-lhes a moral e tornando-os homens de bem voltados para o trabalho e ensinando-lhes pessoas de bem para que vivam em sociedade, norteados pelos ensinamentos do Evangelho – ou pelos ensinamentos que a este se assemelham.
Como tudo é fruto do trabalho e o resultado do trabalho vem com o tempo, não podemos desanimar de trazer para dentro de nós a vontade inquebrantável de tornarmos pessoas melhores, mudando a nós mesmos antes de querermos mudar o mundo. Pois, quando defendemos e lutamos a favor de algo que está entranhado em nosso ser, será muito mais prazeroso e mais convincente do que lutar por algo que você simplesmente conhece ou ouviu falar.
Considerando que somos focos de luz, naturalmente os fótons que de nós são emanados, penetrarão na mais profunda penumbra da humanidade fazendo-nos, a cada dia, enxergarmos que todos nós somos irmãos e trilharemos o mesmo percurso em direção ao Pai.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Racismo? Isso não tem lógica...
De acordo com a maioria das religiões, sabemos por um não aprofundado estudo, que suas crenças são baseados no amor ao próximo e nas predições para o além-túmulo, essa é pois a base de levar-se uma vida religiosa. Garantir-se após a vida terrestre de um sofrimento, seja ele de que forma for. Seja a religião reencarnacionista ou criacionista, temos sempre a idéia de que algo nos sobrevirá após a morte. Se algo nos sobrevém após a morte, sinal é que o corpo de carne, que apodrece debaixo da terra após alguns dias, se tornará adubo e, sendo assim, o que de fato correrá no destino citado pelas religiões? Seja lá como você defina esse “algo” que perdura após a morte, eu o chamarei de Espírito por influência de minha religião – o Espiritismo.Há muitos séculos nós, enquanto humanidade, passamos por uma série de constrangimentos por conta de uma falsa sensação de superioridade que temos sobre uns aos outros. Pensamos que podemos discriminar-nos por questões sociais, poder aquisitivo e, principalmente, como é o tema proposto por esse texto, pela cor da pele. Deixamos a falsa sensação de poder que vem com o dinheiro ou com o status subir às nossas mentes e, sem qualquer tipo de discernimento, ignoramos o fato de que todos nós viemos do mesmo local e, ao deixarmos este corpo de carne que apodrece poucos dias depois de sepultado, em nada seremos diferentes uns dos outros – Espíritos.
A pergunta que ressoa no imo da consciência é: por que discriminamos alguém? Analisando essa questão, talvez possamos chegar a um ponto comum: egoísmo. Achamos que somos melhores e por isso, devemos ter as melhores oportunidades do mundo, não nos dando o luxo de dividir com aqueles que pertencem a uma nacionalidade diferente, a outra etnia ou que tenha menos instrução que nós. Mas, por que isso? Por que sermos tão severos uns com os outros? Será que nós como Espíritos seremos julgados de acordo com as propriedades que tivemos na Terra? Seremos julgados pela cor da pele do corpo que habitamos, corpo este que serve de alimento para os bichos que habitam o solo terrestre? Nos tornaremos mais merecedores de qualquer coisa por sermos brancos, negros, amarelos? Brasileiro, Alemão, Americano ou Africano? Rico ou pobre?
Ferindo-se uma pessoa de raça diferente, o sangue a verter por acaso será de uma cor diferente senão vermelha? O coração estará localizado na barriga e o pulmão na cabeça? Não... Mas, então porque tanta discriminação? Por que julgar uma pessoa pela cor da pele? Por que julgá-la pela religião? Como entender pessoas que se julgam superiores, ignorar um semelhante como se este não fizesse parte de sua espécie? Espécie essa que evoluiu ao longo dos anos biológica e tecnologicamente, mas pouquíssimo evoluiu moralmente!
Como você pode esperar um mundo melhor enquanto pessoas iguais a você, ainda julgam pessoas retirando delas a oportunidade de se tornarem pessoas melhores? Como você quer ver um mundo melhor, se no mundinho que você se isola, não consegue enxergar o que realmente é a vida lá fora?
Antes de verter um julgamento a quem quer que seja, seja pelo que for, lembre-se de que você não tem nada diferente de qualquer outro ser que habita este planeta. Lembre-se que você se encontra exatamente nas mesmas condições de virtudes e fraquezas que qualquer outra pessoa que aqui habite. Você não é melhor nem pior, apenas semelhante.
Procure meditar nas palavras do Mestre Jesus quando disse sem sectarismo: Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
André Luiz
Falei que só retornaria aos artigos no ano vindouro, porém, não pude deixar de partilhar com vocês uma alegria que estou sentindo. Para vocês pode até parecer coisa boba, coisa pequena. Mas para mim é um feito extraordinário!
Terminei de ler a coleção A Vida no Mundo Espiritual de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Foi uma saga de 13 livros que me custou um ano de leitura aproximadamente. Só não durou mais porque em um aprazível momento chegou para mim um curso de Leitura Dinâmica grátis!
É de fato, como um amigo meu disse. Cada livro que você termina você pensa de si para consigo: "este foi o melhor de toda a série", só que esse pensamento só perdura até você ler o próximo!
Apreciei cada página de cada livro. Cada um deles me trouxeram lições para a vida inteira. Saboreei cada ensinamento que André Luiz foi portador através das experiências que ele mesmo foi protagonista quando retornando no Mundo Maior. F como um verdadeiro repórter.
Procuro agora (mais do que nunca) colocar em prática todos os ensinamentos aprendidos ali com consciência de todos os atos que Jesus nos exemplificou através do Evangelho. Conhecendo a razão de cada fato da nossa vida, por mais peculiar que seja. Entendendo nossas amizades, nossos companheiros de trabalho, nosso conjuge, as pessoas que por alguma razão estão ligadas a nós, mais ou menos distante.
Enfim, é um oceano de doces e tenros ensinamentos. Aos que tiverem sede de conhecimento Espiritual bem como a vontade ardente no imo d'alma de crescer em linha reta ao Grande Criador, esta coleção não deve deixar de fazer parte da sua estante! Leia-a. Relei-a. Pratique-a!
* * * * * * * * * *
Para os que se interessaram pelo cursinho de Leitura Dinâmica, aqui fica a dica. O link para download do curso segue abaixo.
DICA: Não esqueça de desabilitar o bloqueador de pop-ups quando receber o link para fazer o download do arquivo! E se por acaso você esquecer, não esquenta! Basta que você refaça o cadastro, seguindo o processo novamente, só que dessa vez lembrando de liberar os pop-ups! :-)
Muita Paz a todos e um Feliz Ano Novo!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Lei de Causa e Efeito II
Para tal, precisamos alinhar um conhecimento que, mesmo que você não creia nela, aceite-o como verdade, pelo menos até o final do artigo. O tema é a Reencarnação.
Resumidamente, a reencarnação consiste em dar um corpo ao espírito para que este, através daquele, possa interagir com o mundo material que vibra numa freqüência menor que a do mundo espiritual. A reencarnação não é definida ao léu, é definida de acordo com os méritos ou deméritos de cada um, seguindo um plano de existência (encarnada) elaborado antes da encarnação.
Sabendo disso, agora podemos discorrer sobre assuntos que dizem mais respeito à Lei de Causa e Efeito propriamente dita.
Como vimos, para toda ação existe uma reação, bem como para todo efeito uma causa. A partir daí, podemos concluir que não há mal que fique impune e nem bem que não seja recompensado. Muitas das vezes encontramos situações na vida em que deparamos com pessoas que levam uma vida profana, cheia de abusos e estas não têm qualquer “punição” por isso, saem ilesas, são saudáveis, possuem uma vida materialmente estabilizada. Por outro lado, vemos também pessoas extremamente boas que vivem uma vida digna de pena. Conturbada, cheia de problemas materiais, familiares. De fato não temos condições de entender isso considerando uma única existência.
Todos os Espíritos aqui encarnados que não seguem o plano de existência traçado ainda no plano espiritual, têm um estado de vibração baixo, onde é obsediado por entidades que vibram na mesma freqüência, fazendo com que na desencarnação as suas companhias, suas habitações no além túmulo sejam condizentes com a faixa vibratória.
Exatamente o contrário se faz para aqueles que procuraram seguirem suas vidas no planejamento pré-encarnatório, vivendo com base nas Leis Morais e Evangélicas. Por mais difícil que a vida destes sejam, ao desencarnarem, sempre serão recompensados de uma recompensa que a traça não come e nem a ferrugem corrói.
Após isso, podemos constatar a influência da Lei de Causa e Efeito nas encarnações futuras dos indivíduos listados acima. Aquele que andou na desordem, supondo que tenha sido um péssimo pai, será filho de um péssimo pai. Se foi um péssimo patrão, humilhando seus empregados, estará agora na condição de empregado humilhado. Porque não há mal que fique impune. Encarnações de pessoas com idiotia, problemas mentais, deficientes. Pensa você que isso tudo é obra do acaso? Seria Deus injusto em dar a você saúde física e mental e para o teu irmão não? Pense bem...
Para o outro caso, é algo diferente. As condições de vida já são muito melhores, não no sentido financeiro ou material, mas no sentido espiritual. Vemos vários ícones que, às vezes até denominados santos, tinham uma vida materialmente pobre, mas cheia de luz, alegria, paz de espírito. Claro, isso porque certamente era o plano para a vida dele. Se tivesse que ser rico, seria rico e com a mesma paz. Existem ainda os casos que os bons, que se depuraram totalmente aqui na Terra, já nem precisam voltar para cá. Porque seu estado vibratório está tão elevado, que uma encarnação aqui (se não for missionária) não acrescentaria em nada. Daí então que imigram para outros orbes, mais elevados, que encarnam junto daqueles que já condizem com sua faixa vibratória. Isso porque na casa de nosso Pai há várias moradas.
Agora meu amigo leitor, você tem uma pequena gama de informações para pensar a respeito da Lei de Causa e Efeito. Pensar sobre a Reencarnação, sobre os problemas que o mundo vive e muitos não sabem o porquê. Os problemas que aparentemente não tem razão de ser. Espero ter depositado o germe que brota uma fagulha de luz no imo do seu coração para dissipar estas questões insolúveis que vêm te trazendo uma certa perturbação.
Muita Paz
sábado, 16 de agosto de 2008
O Perdão
Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. (Mateus 18:21-22)O perdão é, talvez, a ferramenta mais sublime para o bom convívio entre os homens e para a evolução do nosso Espírito. É através do perdão que evitamos conflito, a inimizade, que fazemos o nosso companheiro de peregrinação feliz. E mais, fazemos um bem maior a nós mesmos do que ao perdoado.
Jesus, na passagem em que dialoga com Pedro, conhecedor de todas as chagas da humanidade, provou mais uma vez sua grande sabedoria quando respondeu para Pedro, em sentido figurado, que devemos sempre perdoar as ofensas de nossos inimigos. Não importando a falta que é cometida contra nós.
Muitas situações que nos encontramos no dia-a-dia nos induzem ao perdão, mas nem sempre agimos da maneira correta. Podemos citar algumas: um amigo nos traiu, um colega de trabalho que nos dedura por algum ato falho que tenhamos cometido, um ladrão que nos rouba algo material, etc. Situações, às vezes corriqueiras, que nos mostram o grande valor do perdão.
O ato de perdoar não está no simples fato de dizer “eu te perdôo”. O perdão é o esquecimento das ofensas, é não deixar as energias negativas que nos motivavam a vingança tomarem a nossa consciência induzindo-nos a particar algo contra o ofensor. O perdão é, de consciência tranquila, ignorar as falhas do nosso irmão, pois, assim como nós, ele está nesta Terra passando as mesmas aflições, as mesmas tormentas e tentações pelo mesmo objetivo, aprender, expiar faltas e evoluir rumo ao Criador.
Alimentar o ódio, a raiva e/ou a vingança gera consequências devastadoras para ambos os lados. Para o ofendido gera o ciclo vicioso, porque, uma vez que o ofendido ainda não tenha o esclarecimento moral para perdoar as falhas, retornará com outra ofensa, que gerará outra, e assim por diante. Para o ofensor, gera a condensação de fluídos negativos na nossa organização perispiritual trazendo consequências à nossa saúde mental, física e espiritual, daí o surgimento de doenças.
Perdoar é Paz. Perdoar é Fraternidade. Perdoar é Saúde.
Pregado à Cruz, Jesus mostrou mais uma vez a sua superioridade e, mesmo em momento de dor, ensinou através do exemplo.
E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. (Lucas 23:34)
quinta-feira, 20 de março de 2008
E Depois da Morte?
Caros amigos,
Dessa vez trago para vocês uma mensagem que recebi por e-mail. Achei a mensagem tão profunda e esclarecedora, que resolvi postá-la aqui. Espero que gostem e, acima de tudo, reflitam a respeito.
Que Deus nos ilumine a cada dia.
Muita Paz!
sábado, 19 de janeiro de 2008
Entrevista com Robert Happé
Amigos,
Estou deixando pra vocês aqui um pequeno vídeo de uma entrevista com Robert Happé, pesquisador espiritualista, que dá uma pequena palestra sobre um tema interessantíssimo e que instiga a muitos. É um excelente vídeo, espero que aproveitem bastante e, principalmente, reflitam a fim de fazermos um mundo melhor!
Muita Paz!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
As Leis Morais
Amigos leitores deste blog, fui inspirado para escrever uma safra de artigos super-interessantes. Na verdade estendi a idéia dos últimos artigos que escrevi falando sobre A Primeira, Segunda e Terceira Revelações. Como eu constatei um grande número de visitas nestes artigos, resolvi abrir mais uma safra de conhecimento que ainda diz respeito à Doutrina Espírita: As Leis Morais.
Para tudo que existe nesse minúsculo planeta em que habitamos e que orbita essa magnífica estrela de 5ª grandeza em um cantinho da via-láctea, existem Leis que regem tudo o que existe. Cristo, por ser perfeito em todos os seus atributos e qualidades, criou uma gama de Leis que foram compiladas na Doutrina Espírita há 150 anos , quando se deu a Terceira Revelação. E será sobre elas que falaremos. São basicamente onze leis, a saber:
- Lei divina ou Natural
- Lei de Adoração
- Lei do Trabalho
- Lei de Reprodução
- Lei de Conservação
- Lei de Destruição
- Lei de Sociedade
- Lei do Progresso
- Lei de Igualdade
- Lei de Liberdade
- Lei de Justiça, Amor e Caridade
Em cada semana exporemos uma Lei onde tomaremos como base o Livro dos Espíritos. Faremos no final da exposição das onze leis, uma abordagem especial sobre a Perfeição Moral. Espero que gostem e se familiarizem mais um pouco com essa Doutrina que veio a fim de consolar muitos corações e esclarecer grandes mistérios que assolavam a humanidade, principalmente do ocidente, no decorrer dos séculos.
Paz e Amor a todos!
sábado, 5 de janeiro de 2008
A Terceira Revelação
Como as palavras de Jesus sempre se cumpriram, não haveria de ser diferente quando disse: "Não há coisa encoberta que não haja de manifestar-se, nem coisa secreta que não haja de saber-se e vir à luz". Não há outra razão para ele ter dito que enviaria o Consolador para nos fazer saber coisas que naquela época não tínhamos condições de saber, senão levantar o véu da nossa ignorância. Paira a pergunta no ar: E será que isso tudo já foi revelado? A resposta é: Sim! Acredite você ou não, a verdade está aí para quem quiser ver, nua e crua. Quem tem olhos que veja, quem tem ouvidos que ouça!
Desde a partida do Rabí deste orbe, seus discípulos se incubiram da responsabilidade de apregoar o Evangelho à toda criatura. Paulo, especialmente, foi um dos responsáveis pela disseminação da boa nova aos quatro cantos da Terra. Muitos passaram neste orbe desde então. Cada um com uma missão específica para a evolução da humanidade e do nosso planeta. Todos (ou quase todos) cumpriram eficientemente. O Envangelho já é algo conhecido no mundo, embora nem todos colocam-no em prática. É cumprida a palavra de Cristo: "O Tempo não há de vir até que o evangelho se faça conhecer nos quatro cantos da Terra". E o Tempo chegou!
Nas crenças mais antigas, muitos mitos ainda pairam na consciência dos fiéis. Muitos ainda julgam pela emoção o que deveriam julgar pela razão. Não põem à prova a doutrina que lhes é ensinada e aceitam-na como verdade com medo (ou respeito) de questioná-la, achando que Deus poderia fulminá-la por colocar em prática uma virtude que Ele mesmo nos deu: a razão. E por isso que Cristo nos enviou uma falange de trabalhadores para nos abrir os olhos. Para mostrar-nos que nós somos constituídos de inteligência, intelecto e razão. Que devemos utilizá-la da melhor forma possível para todas as áreas de nossa vida. E é com base nisso que temos capacidade hoje de questionarmos coisas do tipo: "Quem sou eu? De onde eu vim? Por que sofro tanto? Para onde vou? Por que nasci rico/pobre?". São tantas as questões que antes tinham respostas tolas, como do tipo: "Isso não é coisa que devemos saber, é oculto e só Deus sabe disso.". Na verdade, meus amigos, Deus realmente sabe de todas as coisas, mas muitas coisas nos é permitido saber, se não fosse por isso, Cristo, o Filho Perfeito, não nos diria coisas como mencionadas no início desse artigo.
Agora nós podemos dizer que nada é por acaso, que somos espíritos imortais expiando provas ou executando missões que nos foram atribuídas pelo Mestre ainda no plano espiritual. Que tudo que nós fizermos ao próximo nos será retribuído. Que todo o bem que fizermos, alcançaremos a benção de Deus e todo mal que fizermos sofreremos o mesmo mal. Hoje podemos saber que a vida não se extingue após o padecimento das funções orgânicas e biológicas do nosso corpo de carne. Podemos dizer que somos seres perfectíveis em constante evolução e ainda no início de uma caminhada infinita. Nós sabemos agora que fenômenos, antes atribuídos ao diabo, são nada mais nada menos que a manifestação dos nossos irmãos desencarnados sobre o mundo material. Sabemos que as pessoas que vêem espíritos ou até mesmo conversam com eles não são seres criados pelo demônio e amaldiçoados, mas são pessoas comuns iguais a nós que têm faculdades especiais em seu organismo que lhes tocam os sentidos expandindo a consciência para que se interaja com outros seres que não estão mais nessa crisálida que chamamos corpo.

Estamos na época da razão. Na época em que tudo começa a fazer sentido para a nossa consciência. Onde a Justiça Divina se mostra ainda mais clara para os nossos olhos nebulosos. E graças à promessa do nosso Irmão Jesus, cumprida há aproximados 150 anos, quando nos enviou uma falange de emissários espirituais para codificar uma nova ciência, uma nova filosofia e uma nova religião - A Doutrina Espírita. Allan Kardec, um homem que foi incubido da missão de compilar e organizar essa Doutrina que os Anjos dos Céus nos passaram através de médiuns de todos quatro cantos da Terra, foi um dos grandes discípulos que abriu mão da própria vida para fazer cumprir a palavra de Cristo. Além dele podemos citar centenas de nomes, tais como Leon Denis, Camile Flammarion, Gabriel Delane, Chico Xavier, Yvone Pereira, Bezerra de Menezes, Divaldo Franco... Isso sem falar nos demais que operam no anonimato.
Sendo assim, queridos irmãos, encerro assim essa lavra preciosa de artigos, conforme prometido. Fica registrado o conhecimento das Três Revelações.
Agora, ninguém precisa acreditar em nada do que eu falei. Mas cada um julgue pela sua própria razão.
Muita Paz!
Artigos Relacionados:
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
A Segunda Revelação
Como todos os estudantes que ainda não tomaram todas as lições para realizarem uma determinada tarefa, a Humanidade ainda tinha muito que aprender. Jesus Cristo passou os dez mandamentos a Moisés mediunicamente, porém, Moisés por ser um líder de um povo heterogêneo, precisava de outras leis que pudessem tornar o povo senão homogêneo, o mais próximo possível disso. Foi então que criou algumas leis, tais como: "Se uma mulher for pega em ato de adultério, esta deverá ser apedrejada até a morte". Decisões bem características para Espíritos que ainda precisavam passar por uma longa estrada nos caminhos para a perfeição. Essas leis foram tomadas como leis divinas e até mesmo deturpadas por religiões que faziam de tais leis uma fonte de renda.
Apesar de tudo, Jesus Cristo tinha conseguido o que queria quando enviou Moisés, grande parte Humanidade já era monoteísta. Acreditava-se no Deus vivo, no Deus único. O Alfa e o Ômega, tantas vezes salmordiado pelo Rei Davi. Tão defendido e profetizado por Samuel, Elias, Eliseu, entre outros emissários do Cristo. Estava realmente na hora de se cumprir a grande promessa tão profetizada pelos profetas dos tempos remotos. Era mister que o verbo se fizesse carne para cumprir a profecia de Isaías. O Mestre Jesus, comovendo-se no seu trono e preparando seu Espírito para se encarnar na Terra, fez-se presente no meio do povo de Nazaré. Era necessário que o Filho do Homem vencesse a carne estando na própria carne, por assim dizer. E qual foi o primeiro grande evento que o fez ser noticiado aos quatro ventos? Não desfazer as Leis de Moisés, mas fazer aqueles que queriam apedrejar Maria Madalena por ter sido pega em ato de adultério, penetrarem no fundo dos seus corações em uma profunda introspecção e notarem que existe uma sabedoria muito além e que todos somos pecadores. Jesus lia os seus pensamentos. Foi o suficiente para fazê-lo um grande Líder, o grande homem que anunciaria a Boa Nova através de seu grande ensinamento evangélico que farei questão de transcrevê-lo fielmente:
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas." Mateus 22:37-40
Quão grande a sabedoria e a pureza que o pobre carpinteiro de Nazaré tem em seu coração. Grandessíssimo e Honrado Mestre dos Mestres. Como pode um homem com algumas palavras colocar para trás toda uma Lei que perdurou quase dois milênios conduzindo toda uma popualação sem mesmo dizer uma palavra contra ela? Esse era o Verbo que as profecias falavam, era o advento do Cordeiro de Deus. A profecia estava cumprida e um novo marco estava implantado na Humanidade. Esse homem dividiu toda a História da Humanidade em duas eras. Esse homem realizou tão grandiosos feitos de cunho moral e espiritual que nenhum homem até hoje jamais realizou. Glórias a Deus nas alturas por ter enviado o seu filho, nosso irmão, para nos ensinar a chegarmos a Ele. Ele, Cristo, é o caminho. Ele é a verdade. Quem for através dele chegará ao Pai e terá vida em abundância. Esse era o ensinamento que conduziria a Humanidade por mais longos anos: "Fora da Caridade não há salvação!"
Mas não parou por aí. O próprio Mestre sabia que o trabalho não se findara ali. O povo precisava amadurecer os seus ensinamentos. Ele precisava enviar novos emissários para fixar no seio da Humanidade o Evangelho que a nortearia por mais um longo tempo. Porém, ele mesmo antes de voltar para o Pai, já alertou seus discípulos, que nos relata no Evangelho, que não ensinada e falara sobre todas as maravilhas do Infinito. A mente dos homens ainda era muito rude para compreender. Para todas as coisas existe um tempo determinado por Deus e, no tempo certo, o nosso Mestre nos enviaria O Consolador através do Espírito de Verdade para nos rasgar o véu que encobre nossa consciência e nossa visão para enxergar maravilhas muitíssimo grandiosas. Leia sobre essa promessa do Cristo clicando aqui.
Amigos. E qual seria essa Terceira e tão esperada revelação que haveria de restabelecer todas as coisas ensinadas pelo Cristo e nos trazer novidades do éter do infinito celestial?
Que Deus possa lhes proporcionar um ano de 2008 cheio de vitórias, luz, paz e harmonia. Que os vossos corações possam estar fundamentados no bem e focados na causa evangélica de trabalhar e amarmos uns aos outros assim como Deus nos amou de forma a nos enviar Cristo para nos conduzir ao Pai. Que tenham saúde, prosperidade e paz de espírito.
Amém.
Abraços Fraternos e Feliz 2008
Artigos Relacionados:
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
A Primeira Revelação
O mundo estava pronto, os exilados do planeta Capela (ou raça adâmica) já prepararam todo o ambiente com as civilizações antigas. O tempo foi se passando até que a humanidade, ainda escassa naquela época, estava pronta para receber o primeiro Messias. Os homens precisavam de alguém que pudesse os conduzir no caminho do Grande Arquiteto do nosso Planeta e, para isso, Jesus Cristo na sua infinita e magnânima sabedoria nos enviou um de seus falangeiros incansáveis para cumprir mais uma tarefa que seria considerada um marco na evolução da Humanidade e do nosso Planeta.
Esse Espírito benfazejo encarnou-se no Egito e foi abandonado à beira de um rio pelos seus pais sob a ameaça de um Faraó que condenou à morte todos os primogênitos até determinada idade. Este homem foi encontrado pela filha do Faraó, que o adotou como filho e lhe atribuiu o posto de príncipe do Egito. Nisso já podemos ver como são perfeitos os planos do Grande Mestre. Aos 40 anos de idade aproximadamente, por matar um egípcio em um momento de cólera, fugiu do império egípcio para não ser condenado à morte, foi quando se juntou ao povo de Israel que estava escravizado no Egito. Esse homem, em sua mediunidade, freqüentemente intuído pelos seus mentores espirituais, adquiriu uma forma de liderança, que, diga-se de passagem, não lhe era característica, começou a conduzir aquele povo, e logo foi conhecido como o Messias que havia de libertar o povo de Israel das "garras" do Egito levando-os à Terra Prometida. Dito e feito – Os planos de Deus nunca falham.

Falo de Moisés, esse grande homem que recebeu mediunicamente os dez mandamentos no monte Sinai. Escreveu o pentateuco mosaico que consiste nos cinco primeiros livros da Bíblia Sagrada e é a base para o Judaísmo hoje em dia, além de base histórica para algumas doutrinas protestantes. Legislador e conhecedor das coisas espirituais aprendidas nas escolas egípcias, soube conduzir o povo para que não fossem joguetes de ilusões dos Espíritos ainda imperfeitos que viviam na erraticidade. Daí a proibição de evocar os mortos, tão combatida por algumas doutrinas cristãs. Dado a ele um poder sobrenatural, para a época (a própria mediunidade que era muito comum entre os egípcios), tinha uma sabedoria espetacular. Foi grande profeta e divulgador do Deus único, uma heresia para os egípcios que eram politeístas. O Deus Onipotente, Onipresente e Onisciente começou, a partir de então, ser o grande norte para a vida espiritual dos Espíritos aqui encarnados, fazendo assim, seguirem as suas estradas evolutivas e contribuindo para a evolução da humanidade e do planeta Terra como um todo.
Estabelece-se então a Primeira Revelação. O solo já estava sendo trabalhado para receber as primeiras sementes. A tarefa de Jesus Cristo estava cumprida. Cabia esperar a força do tempo conduzir a humanidade, com a força de alguns emissários do espaço infinito que foram enviados para várias partes da esfera terrestre para disseminarem as primeiras sementes no solo já arado por Moisés.
Tudo estava pronto para a Segunda Revelação, que será abordada no próximo artigo!
Muita Paz!
Artigos Relacionados:
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
As Três Revelações
Amigos leitores, estou preparando uma verdadeira safra de artigos que dizem respeito às revelações dadas à Humanidade nos últimos aproximados quatro mil anos. Estaremos perscrutando os caracteres de cada uma das revelações apontando seus pontos mais importantes e mostrando, apesar do tempo, quão atuais elas são.
O mundo está aí, cheio de novidades, muitas coisas boas acontecendo, mudanças científicas, filosóficas e religiosas sendo realizadas no coração da humanidade e pouca gente se dando conta dessa maravilha. A idéia é resgatar através dos três artigos que iremos abordar nas próximas semanas, um pouco da reflexão e consciência das pessoas e fazê-las atentar para o único caminho que nos conduzirá até a felicidade suprema, a Sião celestial, ao Paraíso, ao Céu, ou seja lá qual for o nome que queira dar...
Espero vocês nos próximos artigos. Na semana que vem iremos tratar sobre a Primeira Revelação, e nas semanas subseqüentes, as demais revelações.
Abraços Fraternos!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O objetivo das religiões do mundo
Escrevi há algum tempo um artigo sobre as religiões e, infelizmente, fui mal interpretado por grande parte das pessoas que pegaram-se mais à letra do que a idéia lançada. Com esse texto tenho certeza que me farei entender de forma clara, simples e objetiva. Espero que compreendam e, acima de tudo, reflitam.
O que será que as pessoas pensam com relação a religião? Será que se perguntarmos para os religiosos "para que serve a religião?" eles saberiam responder? Aposto que pouquíssimos saberiam... Talvez por ignorarem o sentido da religião, talvez por nunca terem parado para pensar. Acredito eu que se parassem para refletir na religião em si, poderíamos viver em paz. Você pergunta, por que? Vamos à reflexão...
A palavra religião deriva de religere, que significa religar. Religar o homem à Deus. E como se daria essa religação? Através do conhecimento de si próprio, da reforma íntima praticada, independente dos dogmas, expressões exteriores, credo e/ou fé. O objetivo neste caso é fazer o homem um ser melhor. Melhor no sentido ético e moral. Fazer do homem uma forma de representação da divindade na Terra através da prática da caridade de Deus, a caridade anunciada por Jesus Cristo cujo manual é o Evangelho.
Se o objetivo é melhorar o homem, porque existem guerras entre religiões? Porque umas querem ser mais corretas que outras lançando anátemas àqueles cujo intelecto é menos esclarecido espiritualmente? Isso é um sinal de superioridade? Claro que isso é um sinal de inferioridade. É um sinal de que a religião não está servindo de absolutamente nada. Cumprir dogmas não é ser religioso. Ir à igreja para esquentar bancos não é ser religioso. Decorar toda a história da igreja não é ser religioso. Anatematizar o teu próximo não é ser religioso. Ser religioso é amar o próximo como a ti mesmo, é ter paciência para com o teu irmão, é ser indulgente para com as falhas do teu próximo, é ser mais crítico consigo mesmo e menos crítico para com o teu irmão. Eis os mandamentos das religiões.
Agora, porque será que se o coração das religiões são compostos do ensinamento como "Faça ao próximo o que gostaria que ele te fizesse", e mesmo assim ainda temos guerras e batalhas travadas cuja chulo objetivo é dizer que a religião A ou B é detentora de toda a verdade? Eis o grande câncer que acarreta essa batalha infundada, o egoísmo. Mas isso vai ser matéria para outro artigo!
O que nos resta agora é saber se, independente do nosso credo ou dogmas que praticamos, se nos apresentarmos à frente do grande Juiz, e ele perscrutasse o fundo do nosso coração e o mais íntimo dos nossos pensamentos, estaríamos aptos a exclamar em alto e bom som: "Senhor, fui justo e reto durante minha encarnação conforme o Evangelho do teu Filho Jesus. Conceda-me o privilégio de fazer parte da tua falange de trabalhadores para que eu contribua para a evolução dos teus pequeninos, meus irmãos."
Reflitam.
Muita Paz.
Artigos Relacionados:
- A crítica como uma ferramenta para a evolução
- O grande mal da humanidade é a religião
- É só o amor...
- Conhece-te a ti mesmo
- A Reforma Íntima
- Conscientização Universal
- Renúncia e Abnegação
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
O Repouso
É muito bom poder descansar depois do trabalho, não é mesmo? Afinal, ninguém é de aço. Até Deus, segundo a Gênese Mosaica, descansou após a criação do planeta! E porque nós não descansaríamos também? Até porque o descanso é a reposição das forças do organismo para que possamos continuar trabalhando.
No último artigo, falamos da benção que é trabalhar, no sentido mais amplo da palavra. Porém, como Deus em toda sua perfeição, também nos recomenda o descanço. Mas quando descançar? Quando as nossas forças estiverem se extinguindo. Isso é necessário para que possamos elevar a nossa inteligência, elevar o nosso espírito além da matéria. Mas como? Quando estamos em repouso, nossa mente trabalha de forma livre, sem o comprometimento de um trabalho. Conseguimos "trabalhar mentalmente" concebendo idéias que talvez não conceberíamos em atividade.
Na velhice, a famosa aposentadoria, também podemos dizer que é uma lei natural. O limite do trabalho do homem se dá até onde vai suas forças, porém, Deus nos deixa livres para que possamos continuar nosso trabalho. Nós vemos bastante gente que, mesmo depois de se aposentarem, continuam trabalhando. Uns por necessidade, outros por prazer, outros ainda por ganância, que é condenável aos olhos de Deus. Para aqueles que trabalham por necessidade, deveriam, segundo nos é ensinado pelos nossos irmãos do plano espiritual, que os que possuem ainda o vigor da idade, da força, provenham os meios para o resto da existência daqueles que não têm mais possibilidade de trabalhar. Assim, quando chegar a nossa vez, Deus possa prover também um anjo que supra a nossa necessidade. Dessa forma podemos colocar em prática o que muitos mantém nos lábios - a caridade.
Cabe a nós, trabalharmos e orarmos, como diz o Evangelho, e continuar a nossa labuta para que possamos repousar no momento correto com a sensação de "missão cumprida".
Muita Paz!
Artigos relacionados




