quarta-feira, 11 de setembro de 2013
O Reino dos Céus
terça-feira, 12 de abril de 2011
Doutrina única detentora da verdade?
quarta-feira, 9 de março de 2011
A Bíblia, o Espiritismo e as Religiões
- A Bíblia Sagrada, é a verdade suprema?
- É a Palavra de Deus?
- Escrita por Ele?
- Inspirada por Ele?
- É o único Livro Sagrado da humanidade?
Veja a lista completa de Palestras.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Espiritismo na Prática
domingo, 3 de outubro de 2010
206 anos de Kardec
E mais...
Peace!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Protesto Individual
Tirei essa foto hoje mesmo quando fui almoçar aqui no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. É o protesto solitário de um "fiel" condenando o médium Chico Xavier ao "inferno" e nos convidando a aceitar a Jesus para sermos salvos. Ele protesta lá no Centro e eu protesto cá, no meu e-mail pra vocês.
As religiões que se dizem seguir a Jesus, não conheceram ao Jesus que o Chico viveu. Aliás a vivência de Jesus nos jestos mais nobres de Caridade, tem feito muitos conhecerem a Jesus. O dinheiro milionário que seria conseguido na venda das obras literárias, que foram assinadas pelo Chico, foi integralmente doado a Caridade (documentalmente provado).
Por que esse senhor bicicletista não usa a energia para se filiar a ABC da Universal (braço de assistência social)? Ou a arrecadar mantimentos para vítimas de enchentes? Ou mesmo por que não vai para a Igreja Católica para promover apoio a famílias carentes? Ou em uma casa Espírita, por que ele não busca mais gêneros alimentícios? Tomara que faça tudo isso e nos tempos vagos faça seu fundamentado protesto.
Achei bem legal o protesto do senhorzinho simpático em sua bicicleta, usar o livro Atos. Nessa obra vemos os apóstolos em franca formação do que chamaríamos três séculos depois de "Cristianismo". Uma vida onde todos se auxiliavam e respeitavam mutuamente; dividiam seus pertences; ninguém era "pastor" ou "padre"; TODOS eram caridosos e atendiam aos pobres e doentes; curavam "impondo suas mãos"; curavam até com as suas sombras; não julgavam a ninguém que não fosse cristão, até por serem minoria e desprestigiados.
Essas descrições do livro Atos, me deixam muito tranquilo sobre onde Chico Xavier vai estar depois que seu corpo terminou... e não é no inferno. Citemos a Bíblia: "quem der de comer a quem tem fome; agasalhar a quem tem frio; amparar a quem está sem moradia; matar a sede do sedento; visitar aos presos e viúvas; acolher aos órfãos; esse sentará do lado Direito do Trono de Deus" Jesus.
Não vou aguentar e terei que citar: "nem todo aquele que dizer Senhor, Senhor entrará no Reino de Deus"
Muita Paz!
Alexander Francisco
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
A Bíblia e o Espiritismo
Eu vim de um lar evangélico protestante, como alguns de vocês sabem. E é comum as pessoas afirmarem que a Bíblia é a palavra de Deus, única e infalível. Mas, será que é mesmo?
Conversando certa vez com um colega, ateu, sobre determinados pontos religiosos, eu ainda sendo evangélico protestante, ele chegou ao ponto de dizer:
- Ramon, não me leve a mal, mas eu não acredito em um deus que você diz ser só amor, mas que lá na Bíblia mata todos os primogênitos, mata todos os habitantes de uma cidade, etc. etc.
Certamente eu não soube o que dizer. Eu acreditava na Bíblia como “a” palavra de Deus. Não me dava o trabalho de analisar tudo o que estava escrito lá sem aquele dogmatismo religioso, sem a influência das explicações que eu usualmente escutava nas igrejas sem passar pelo crivo da razão, por medo talvez.
Com o passar do tempo, a gente vai amadurecendo, naturalmente, e vai perdendo o medo de ser castigado por Deus, de ir para o inferno, e começa a ficar mais ousado para questionar, pesquisar, entender e raciocinar sobre as informações chegam até nós, pois sentimos que a vida, Deus, Espírito é algo muito mais amplo, mais complexo do que uma simples explicação de céu e inferno.
O meu colega tinha razão? Não de todo, mas de certa forma sim. Mas a questão é que devemos entender uma coisa muito importante quando lemos a Bíblia. Ela não pode ser lida por qualquer pessoa despreparada, desinformada, pois pode causar estragos psicológicos muito profundos na alma do homem. Pode até levar gente pra fogueira!
O velho testamento tem milhares de anos. Naturalmente a cultura dos povos há três ou quatro mil anos não era a mesma que a nossa, e nem a evolução espiritual. As coisas eram entendidas de formas diferentes, os costumes eram diferentes, a religião era diferente! A Bíblia, portanto, foi escrita para o entendimento daqueles povos. Da mesma forma é o novo testamento, mas esse tem um “quê” especial. Ah, e sem falar das modificações que as palavras da Bíblia vem sofrendo ao passar dos séculos, seja por falta de correspondente na língua traduzida, seja por modificação proposital para atender as exigências de determinado grupo. Não, a Bíblia não é “a” palavra de Deus, como muitos pensam. Ela não foi Escrita por Deus. Ela foi escrita por homens, como nós, que deixaram o registro das passagens importantes do antigo povo judeu pela Terra, alguns mártires e, é claro, do Mestre Jesus.
Se pensarmos em velho e novo testamento, estamos em uma contradição sem precedentes! Por que Deus no velho testamento era terrível, matava nações caso se aborrecesse e no novo testamento Jesus Cristo já nos dizia exatamente o oposto!? Que Deus era amor, pura misericórdia, pura sabedoria? Deus muda? Será que o Deus do velho testamento é diferente do Deus do novo testamento? Óbvio que não.
Deus não castiga, não mata, não é injusto e tampouco é cruel! Quem se castiga somos nós mesmos, quem mata uns aos outros somos nós, que é injusto somos nós e quem é cruel é o homem com ele mesmo, ainda muito inferior no estágio evolutivo que nos leva a perfeição. Jesus Cristo, foi o homem que melhor explicou a essência de Deus não com palavras ou com ameaças, mas com atos de amor, carinho pelos irmãos mais novos, estes que ainda precisam de luz para chegar ao “Céu”, chegar à Vida Maior.
Não entrando no mérito das interpretações dos pontos citados acima, para encerrar este artigo relacionando a Bíblia e o Espiritismo, podemos parar para analisar com mais cautela, levando em consideração todos os tópicos citados. Muitas pessoas condenam o Espiritismo usando uma fonte de informações que desconhece. Não leva em consideração época, cultura, pessoas, falhas de tradução, modificações propositais, não se dão nem ao trabalho de saber o que é o Espiritismo para poder criticar! Examinar a Bíblia, não é uma tarefa para qualquer um, muito menos quando se quer utilizar argumentos para denegrir a imagem de outra fé religiosa. A Bíblia não é para isso. A Bíblia é uma rica fonte de informações culturais, de passagens lindíssimas de grandes mártires da humanidade mostrando o exemplo do amor, da caridade, da confiança em Deus e não para explicar religião A ou B. É para pegar esses lindos exemplos, como de Jó, de Paulo, de Moisés, de João Batista, de Jesus Cristo, Paulo, Pedro, Estevão, etc. e seguí-los, incorporá-los na nossa vida e nos tornarmos pessoas melhores, independentes se somos judeus, evangélicos, católicos ou espíritas!
O Espiritismo, por sua vez, é uma Doutrina Consoladora, conforme anunciada por Jesus Cristo, na Bíblia, para os tempos vindouros. É a Doutrina que veio nos falar das maravilhas do Infinito sem ser por parábolas. Não foi dito anteriormente porque os homens não tinham capacidade para entendê-lo – pelo menos os judeus –, pois os Egípcios já sabiam bastantes coisas que nós só hoje aceitamos (nem todos) com naturalidade. O Espiritismo esclarece à luz da razão, não impondo a fé em algo pela confiança que se tem no líder religioso, mas pela análise minuciosa de todos os aspectos da vida.
Não é a Bíblia que explica o Espiritismo, mas é o Espiritismo que deve explicar a Bíblia.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Por que o Espiritismo?
Certamente muitos se perguntam: Com tantas religiões no mundo, porque se foi criada mais o Espiritismo?
Certo é que não existe religião que pretende ser dona da verdade, não é mesmo? Não há uma religião que se diga detentora de todos os conhecimentos do passado, presente e/ou futuro. Além da impossibilidade desse fato, não devemos ignorar que tudo com o decorrer do tempo é transformado, é mudado, é esclarecido e mais entendido com o avanço da intelectualidade humana, da compreensão, da forma de ver o mundo e a vida.
Vejamos o que os Espíritos disseram à Kardec quando indagado da necessidade de novos ensinamentos, visto que Jesus nos deu um ensinamento que até hoje não é executado na sua forma mais simples: o amor e a caridade. Vejamos o que os Espíritos disseram:
627: Uma vez que Jesus ensinou as verdadeiras leis de Deus, qual é a utilidade do ensinamento dado pelos Espíritos? Terão a nos ensinar alguma coisa a mais?
– A palavra de Jesus era, muitas vezes, alegórica e em parábolas, porque falava de acordo com os tempos e os lugares. É preciso agora que a verdade seja inteligível para todo mundo. É preciso também explicar e desenvolver essas leis, uma vez que há tão poucas pessoas que as compreendem e ainda menos as que as praticam. Nossa missão é de abrir os olhos e os ouvidos para confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas: aqueles que tomam as aparências da virtude e da religião para ocultarem suas baixezas. O ensinamento dos Espíritos deve ser claro e inequívoco, a fim de que ninguém possa alegar ignorância e cada um possa julgá-lo e apreciá-lo com a razão. Estamos encarregados de preparar o reino do bem anunciado por Jesus; por isso, não é correto que cada um possa interpretar a lei de Deus ao capricho de suas paixões nem falsear o sentido de uma lei toda de amor e de caridade.
Questão retirada da Obra Básica O Livro dos Espíritos.
domingo, 20 de julho de 2008
Respeitar o Próximo
Eu estava vendo um documentário no YouTube que falava do último livro da Bíblia, o Apocalipse. Era um documentário que foi originalmente transmitido pela National Geographic. O documentário falava sobre a visão do Final dos Tempos que é transmitida pela Bíblia, tanto na ótica cristã evangélica quanto humanista.
Como é natural, haviam comentários nos vídeos de dois tipos de pessoas, religiosas (crentes e católicos) e aqueles que não têm religião alguma (assim penso eu). Os comentários dos religiosos eram sempre do tipo "Jesus voltará", "Aguardo por Jesus" e coisas do tipo. Nada anormal para pessoas que professam a fé Cristã, seja ela de qual linhagem for.
Porém, os comentários daqueles que não têm o que fazer foram os que me incomodaram bastante! Porque será que pessoas se dão o trabalho de ver um documentário deste gênero, adentrando em um círculo de pessoas devotas a sua crença, para somente escarnecê-los? Pensam eles serem superiores? Pensam eles serem detentores de uma verdade que ninguém mais sabe? Será que eles têm vontade de viver em paz com o mundo? Será que pensam que um dia o planeta terá uma só religião?
Não julgue ninguém pela fé, pela crença, julgue-a pelas obras. Mas antes de tirar o argueiro do olho do teu irmão, procure tirar a trave que está no teu olho. E lembre-se, você é tão falho e imperfeito como qualquer outro homem que está andando debaixo do sol neste planeta, seja ele um mendigo que se arrasta pelas ruas, seja um médico renomado que salva vidas no hospital. Todos temos o germe da imperfeição!
Não violenteis nenhuma consciência; a ninguém forceis para que deixe a sua crença, a fim de adotar a vossa; não anatematizeis os que não pensem como vós; acolhei os que venham ter convosco e deixai tranqüilos os que vos repelem. Lembrai-vos das palavras do Cristo. Outrora, o céu era tomado com violência; hoje o é pela brandura.
(O Evangelho Segundo o Espiritismo)
sábado, 19 de janeiro de 2008
Entrevista com Robert Happé
Amigos,
Estou deixando pra vocês aqui um pequeno vídeo de uma entrevista com Robert Happé, pesquisador espiritualista, que dá uma pequena palestra sobre um tema interessantíssimo e que instiga a muitos. É um excelente vídeo, espero que aproveitem bastante e, principalmente, reflitam a fim de fazermos um mundo melhor!
Muita Paz!
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
As Leis Morais
Amigos leitores deste blog, fui inspirado para escrever uma safra de artigos super-interessantes. Na verdade estendi a idéia dos últimos artigos que escrevi falando sobre A Primeira, Segunda e Terceira Revelações. Como eu constatei um grande número de visitas nestes artigos, resolvi abrir mais uma safra de conhecimento que ainda diz respeito à Doutrina Espírita: As Leis Morais.
Para tudo que existe nesse minúsculo planeta em que habitamos e que orbita essa magnífica estrela de 5ª grandeza em um cantinho da via-láctea, existem Leis que regem tudo o que existe. Cristo, por ser perfeito em todos os seus atributos e qualidades, criou uma gama de Leis que foram compiladas na Doutrina Espírita há 150 anos , quando se deu a Terceira Revelação. E será sobre elas que falaremos. São basicamente onze leis, a saber:
- Lei divina ou Natural
- Lei de Adoração
- Lei do Trabalho
- Lei de Reprodução
- Lei de Conservação
- Lei de Destruição
- Lei de Sociedade
- Lei do Progresso
- Lei de Igualdade
- Lei de Liberdade
- Lei de Justiça, Amor e Caridade
Em cada semana exporemos uma Lei onde tomaremos como base o Livro dos Espíritos. Faremos no final da exposição das onze leis, uma abordagem especial sobre a Perfeição Moral. Espero que gostem e se familiarizem mais um pouco com essa Doutrina que veio a fim de consolar muitos corações e esclarecer grandes mistérios que assolavam a humanidade, principalmente do ocidente, no decorrer dos séculos.
Paz e Amor a todos!
sábado, 5 de janeiro de 2008
A Terceira Revelação
Como as palavras de Jesus sempre se cumpriram, não haveria de ser diferente quando disse: "Não há coisa encoberta que não haja de manifestar-se, nem coisa secreta que não haja de saber-se e vir à luz". Não há outra razão para ele ter dito que enviaria o Consolador para nos fazer saber coisas que naquela época não tínhamos condições de saber, senão levantar o véu da nossa ignorância. Paira a pergunta no ar: E será que isso tudo já foi revelado? A resposta é: Sim! Acredite você ou não, a verdade está aí para quem quiser ver, nua e crua. Quem tem olhos que veja, quem tem ouvidos que ouça!
Desde a partida do Rabí deste orbe, seus discípulos se incubiram da responsabilidade de apregoar o Evangelho à toda criatura. Paulo, especialmente, foi um dos responsáveis pela disseminação da boa nova aos quatro cantos da Terra. Muitos passaram neste orbe desde então. Cada um com uma missão específica para a evolução da humanidade e do nosso planeta. Todos (ou quase todos) cumpriram eficientemente. O Envangelho já é algo conhecido no mundo, embora nem todos colocam-no em prática. É cumprida a palavra de Cristo: "O Tempo não há de vir até que o evangelho se faça conhecer nos quatro cantos da Terra". E o Tempo chegou!
Nas crenças mais antigas, muitos mitos ainda pairam na consciência dos fiéis. Muitos ainda julgam pela emoção o que deveriam julgar pela razão. Não põem à prova a doutrina que lhes é ensinada e aceitam-na como verdade com medo (ou respeito) de questioná-la, achando que Deus poderia fulminá-la por colocar em prática uma virtude que Ele mesmo nos deu: a razão. E por isso que Cristo nos enviou uma falange de trabalhadores para nos abrir os olhos. Para mostrar-nos que nós somos constituídos de inteligência, intelecto e razão. Que devemos utilizá-la da melhor forma possível para todas as áreas de nossa vida. E é com base nisso que temos capacidade hoje de questionarmos coisas do tipo: "Quem sou eu? De onde eu vim? Por que sofro tanto? Para onde vou? Por que nasci rico/pobre?". São tantas as questões que antes tinham respostas tolas, como do tipo: "Isso não é coisa que devemos saber, é oculto e só Deus sabe disso.". Na verdade, meus amigos, Deus realmente sabe de todas as coisas, mas muitas coisas nos é permitido saber, se não fosse por isso, Cristo, o Filho Perfeito, não nos diria coisas como mencionadas no início desse artigo.
Agora nós podemos dizer que nada é por acaso, que somos espíritos imortais expiando provas ou executando missões que nos foram atribuídas pelo Mestre ainda no plano espiritual. Que tudo que nós fizermos ao próximo nos será retribuído. Que todo o bem que fizermos, alcançaremos a benção de Deus e todo mal que fizermos sofreremos o mesmo mal. Hoje podemos saber que a vida não se extingue após o padecimento das funções orgânicas e biológicas do nosso corpo de carne. Podemos dizer que somos seres perfectíveis em constante evolução e ainda no início de uma caminhada infinita. Nós sabemos agora que fenômenos, antes atribuídos ao diabo, são nada mais nada menos que a manifestação dos nossos irmãos desencarnados sobre o mundo material. Sabemos que as pessoas que vêem espíritos ou até mesmo conversam com eles não são seres criados pelo demônio e amaldiçoados, mas são pessoas comuns iguais a nós que têm faculdades especiais em seu organismo que lhes tocam os sentidos expandindo a consciência para que se interaja com outros seres que não estão mais nessa crisálida que chamamos corpo.

Estamos na época da razão. Na época em que tudo começa a fazer sentido para a nossa consciência. Onde a Justiça Divina se mostra ainda mais clara para os nossos olhos nebulosos. E graças à promessa do nosso Irmão Jesus, cumprida há aproximados 150 anos, quando nos enviou uma falange de emissários espirituais para codificar uma nova ciência, uma nova filosofia e uma nova religião - A Doutrina Espírita. Allan Kardec, um homem que foi incubido da missão de compilar e organizar essa Doutrina que os Anjos dos Céus nos passaram através de médiuns de todos quatro cantos da Terra, foi um dos grandes discípulos que abriu mão da própria vida para fazer cumprir a palavra de Cristo. Além dele podemos citar centenas de nomes, tais como Leon Denis, Camile Flammarion, Gabriel Delane, Chico Xavier, Yvone Pereira, Bezerra de Menezes, Divaldo Franco... Isso sem falar nos demais que operam no anonimato.
Sendo assim, queridos irmãos, encerro assim essa lavra preciosa de artigos, conforme prometido. Fica registrado o conhecimento das Três Revelações.
Agora, ninguém precisa acreditar em nada do que eu falei. Mas cada um julgue pela sua própria razão.
Muita Paz!
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
A Segunda Revelação
Como todos os estudantes que ainda não tomaram todas as lições para realizarem uma determinada tarefa, a Humanidade ainda tinha muito que aprender. Jesus Cristo passou os dez mandamentos a Moisés mediunicamente, porém, Moisés por ser um líder de um povo heterogêneo, precisava de outras leis que pudessem tornar o povo senão homogêneo, o mais próximo possível disso. Foi então que criou algumas leis, tais como: "Se uma mulher for pega em ato de adultério, esta deverá ser apedrejada até a morte". Decisões bem características para Espíritos que ainda precisavam passar por uma longa estrada nos caminhos para a perfeição. Essas leis foram tomadas como leis divinas e até mesmo deturpadas por religiões que faziam de tais leis uma fonte de renda.
Apesar de tudo, Jesus Cristo tinha conseguido o que queria quando enviou Moisés, grande parte Humanidade já era monoteísta. Acreditava-se no Deus vivo, no Deus único. O Alfa e o Ômega, tantas vezes salmordiado pelo Rei Davi. Tão defendido e profetizado por Samuel, Elias, Eliseu, entre outros emissários do Cristo. Estava realmente na hora de se cumprir a grande promessa tão profetizada pelos profetas dos tempos remotos. Era mister que o verbo se fizesse carne para cumprir a profecia de Isaías. O Mestre Jesus, comovendo-se no seu trono e preparando seu Espírito para se encarnar na Terra, fez-se presente no meio do povo de Nazaré. Era necessário que o Filho do Homem vencesse a carne estando na própria carne, por assim dizer. E qual foi o primeiro grande evento que o fez ser noticiado aos quatro ventos? Não desfazer as Leis de Moisés, mas fazer aqueles que queriam apedrejar Maria Madalena por ter sido pega em ato de adultério, penetrarem no fundo dos seus corações em uma profunda introspecção e notarem que existe uma sabedoria muito além e que todos somos pecadores. Jesus lia os seus pensamentos. Foi o suficiente para fazê-lo um grande Líder, o grande homem que anunciaria a Boa Nova através de seu grande ensinamento evangélico que farei questão de transcrevê-lo fielmente:
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas." Mateus 22:37-40
Quão grande a sabedoria e a pureza que o pobre carpinteiro de Nazaré tem em seu coração. Grandessíssimo e Honrado Mestre dos Mestres. Como pode um homem com algumas palavras colocar para trás toda uma Lei que perdurou quase dois milênios conduzindo toda uma popualação sem mesmo dizer uma palavra contra ela? Esse era o Verbo que as profecias falavam, era o advento do Cordeiro de Deus. A profecia estava cumprida e um novo marco estava implantado na Humanidade. Esse homem dividiu toda a História da Humanidade em duas eras. Esse homem realizou tão grandiosos feitos de cunho moral e espiritual que nenhum homem até hoje jamais realizou. Glórias a Deus nas alturas por ter enviado o seu filho, nosso irmão, para nos ensinar a chegarmos a Ele. Ele, Cristo, é o caminho. Ele é a verdade. Quem for através dele chegará ao Pai e terá vida em abundância. Esse era o ensinamento que conduziria a Humanidade por mais longos anos: "Fora da Caridade não há salvação!"
Mas não parou por aí. O próprio Mestre sabia que o trabalho não se findara ali. O povo precisava amadurecer os seus ensinamentos. Ele precisava enviar novos emissários para fixar no seio da Humanidade o Evangelho que a nortearia por mais um longo tempo. Porém, ele mesmo antes de voltar para o Pai, já alertou seus discípulos, que nos relata no Evangelho, que não ensinada e falara sobre todas as maravilhas do Infinito. A mente dos homens ainda era muito rude para compreender. Para todas as coisas existe um tempo determinado por Deus e, no tempo certo, o nosso Mestre nos enviaria O Consolador através do Espírito de Verdade para nos rasgar o véu que encobre nossa consciência e nossa visão para enxergar maravilhas muitíssimo grandiosas. Leia sobre essa promessa do Cristo clicando aqui.
Amigos. E qual seria essa Terceira e tão esperada revelação que haveria de restabelecer todas as coisas ensinadas pelo Cristo e nos trazer novidades do éter do infinito celestial?
Que Deus possa lhes proporcionar um ano de 2008 cheio de vitórias, luz, paz e harmonia. Que os vossos corações possam estar fundamentados no bem e focados na causa evangélica de trabalhar e amarmos uns aos outros assim como Deus nos amou de forma a nos enviar Cristo para nos conduzir ao Pai. Que tenham saúde, prosperidade e paz de espírito.
Amém.
Abraços Fraternos e Feliz 2008
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
A Primeira Revelação
O mundo estava pronto, os exilados do planeta Capela (ou raça adâmica) já prepararam todo o ambiente com as civilizações antigas. O tempo foi se passando até que a humanidade, ainda escassa naquela época, estava pronta para receber o primeiro Messias. Os homens precisavam de alguém que pudesse os conduzir no caminho do Grande Arquiteto do nosso Planeta e, para isso, Jesus Cristo na sua infinita e magnânima sabedoria nos enviou um de seus falangeiros incansáveis para cumprir mais uma tarefa que seria considerada um marco na evolução da Humanidade e do nosso Planeta.
Esse Espírito benfazejo encarnou-se no Egito e foi abandonado à beira de um rio pelos seus pais sob a ameaça de um Faraó que condenou à morte todos os primogênitos até determinada idade. Este homem foi encontrado pela filha do Faraó, que o adotou como filho e lhe atribuiu o posto de príncipe do Egito. Nisso já podemos ver como são perfeitos os planos do Grande Mestre. Aos 40 anos de idade aproximadamente, por matar um egípcio em um momento de cólera, fugiu do império egípcio para não ser condenado à morte, foi quando se juntou ao povo de Israel que estava escravizado no Egito. Esse homem, em sua mediunidade, freqüentemente intuído pelos seus mentores espirituais, adquiriu uma forma de liderança, que, diga-se de passagem, não lhe era característica, começou a conduzir aquele povo, e logo foi conhecido como o Messias que havia de libertar o povo de Israel das "garras" do Egito levando-os à Terra Prometida. Dito e feito – Os planos de Deus nunca falham.

Falo de Moisés, esse grande homem que recebeu mediunicamente os dez mandamentos no monte Sinai. Escreveu o pentateuco mosaico que consiste nos cinco primeiros livros da Bíblia Sagrada e é a base para o Judaísmo hoje em dia, além de base histórica para algumas doutrinas protestantes. Legislador e conhecedor das coisas espirituais aprendidas nas escolas egípcias, soube conduzir o povo para que não fossem joguetes de ilusões dos Espíritos ainda imperfeitos que viviam na erraticidade. Daí a proibição de evocar os mortos, tão combatida por algumas doutrinas cristãs. Dado a ele um poder sobrenatural, para a época (a própria mediunidade que era muito comum entre os egípcios), tinha uma sabedoria espetacular. Foi grande profeta e divulgador do Deus único, uma heresia para os egípcios que eram politeístas. O Deus Onipotente, Onipresente e Onisciente começou, a partir de então, ser o grande norte para a vida espiritual dos Espíritos aqui encarnados, fazendo assim, seguirem as suas estradas evolutivas e contribuindo para a evolução da humanidade e do planeta Terra como um todo.
Estabelece-se então a Primeira Revelação. O solo já estava sendo trabalhado para receber as primeiras sementes. A tarefa de Jesus Cristo estava cumprida. Cabia esperar a força do tempo conduzir a humanidade, com a força de alguns emissários do espaço infinito que foram enviados para várias partes da esfera terrestre para disseminarem as primeiras sementes no solo já arado por Moisés.
Tudo estava pronto para a Segunda Revelação, que será abordada no próximo artigo!
Muita Paz!
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
As Três Revelações
Amigos leitores, estou preparando uma verdadeira safra de artigos que dizem respeito às revelações dadas à Humanidade nos últimos aproximados quatro mil anos. Estaremos perscrutando os caracteres de cada uma das revelações apontando seus pontos mais importantes e mostrando, apesar do tempo, quão atuais elas são.
O mundo está aí, cheio de novidades, muitas coisas boas acontecendo, mudanças científicas, filosóficas e religiosas sendo realizadas no coração da humanidade e pouca gente se dando conta dessa maravilha. A idéia é resgatar através dos três artigos que iremos abordar nas próximas semanas, um pouco da reflexão e consciência das pessoas e fazê-las atentar para o único caminho que nos conduzirá até a felicidade suprema, a Sião celestial, ao Paraíso, ao Céu, ou seja lá qual for o nome que queira dar...
Espero vocês nos próximos artigos. Na semana que vem iremos tratar sobre a Primeira Revelação, e nas semanas subseqüentes, as demais revelações.
Abraços Fraternos!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O objetivo das religiões do mundo
Escrevi há algum tempo um artigo sobre as religiões e, infelizmente, fui mal interpretado por grande parte das pessoas que pegaram-se mais à letra do que a idéia lançada. Com esse texto tenho certeza que me farei entender de forma clara, simples e objetiva. Espero que compreendam e, acima de tudo, reflitam.
O que será que as pessoas pensam com relação a religião? Será que se perguntarmos para os religiosos "para que serve a religião?" eles saberiam responder? Aposto que pouquíssimos saberiam... Talvez por ignorarem o sentido da religião, talvez por nunca terem parado para pensar. Acredito eu que se parassem para refletir na religião em si, poderíamos viver em paz. Você pergunta, por que? Vamos à reflexão...
A palavra religião deriva de religere, que significa religar. Religar o homem à Deus. E como se daria essa religação? Através do conhecimento de si próprio, da reforma íntima praticada, independente dos dogmas, expressões exteriores, credo e/ou fé. O objetivo neste caso é fazer o homem um ser melhor. Melhor no sentido ético e moral. Fazer do homem uma forma de representação da divindade na Terra através da prática da caridade de Deus, a caridade anunciada por Jesus Cristo cujo manual é o Evangelho.
Se o objetivo é melhorar o homem, porque existem guerras entre religiões? Porque umas querem ser mais corretas que outras lançando anátemas àqueles cujo intelecto é menos esclarecido espiritualmente? Isso é um sinal de superioridade? Claro que isso é um sinal de inferioridade. É um sinal de que a religião não está servindo de absolutamente nada. Cumprir dogmas não é ser religioso. Ir à igreja para esquentar bancos não é ser religioso. Decorar toda a história da igreja não é ser religioso. Anatematizar o teu próximo não é ser religioso. Ser religioso é amar o próximo como a ti mesmo, é ter paciência para com o teu irmão, é ser indulgente para com as falhas do teu próximo, é ser mais crítico consigo mesmo e menos crítico para com o teu irmão. Eis os mandamentos das religiões.
Agora, porque será que se o coração das religiões são compostos do ensinamento como "Faça ao próximo o que gostaria que ele te fizesse", e mesmo assim ainda temos guerras e batalhas travadas cuja chulo objetivo é dizer que a religião A ou B é detentora de toda a verdade? Eis o grande câncer que acarreta essa batalha infundada, o egoísmo. Mas isso vai ser matéria para outro artigo!
O que nos resta agora é saber se, independente do nosso credo ou dogmas que praticamos, se nos apresentarmos à frente do grande Juiz, e ele perscrutasse o fundo do nosso coração e o mais íntimo dos nossos pensamentos, estaríamos aptos a exclamar em alto e bom som: "Senhor, fui justo e reto durante minha encarnação conforme o Evangelho do teu Filho Jesus. Conceda-me o privilégio de fazer parte da tua falange de trabalhadores para que eu contribua para a evolução dos teus pequeninos, meus irmãos."
Reflitam.
Muita Paz.
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Aqui se faz, aqui se Repara
Quem já não ouviu falar do velho ditado "aqui se faz, aqui se paga"? Querendo ou não, todos nós temos inconscientemente a idéia de diversas existências corpóreas. Creia você, ou não, a reencarnação já é um fato comprovado por diversos pesquisadores. A reencarnação já é uma crença há muito tempo, desde os hindus, budistas e taoístas. Todos crêem na subjugação do espírito às provas corporais sucessivas objetivando o melhoramento do "eu".
Outro aspecto interessante, que pode nos dar subsídios para crer na reencarnação, é a famosa pergunta que muita gente faz, geralmente crianças: "Para onde vou quando morrer?". Pense bem, uma pessoa que levanta um desses questionamentos certamente crê que algo existe além do corpo físico e que não se identifica com ele, visto que sabe que o "eu" irá para algum lugar que não é este que vivemos. Talvez outra dimensão, como é dito na teoria das membranas (M-Theory).
Se no fundo do nosso [in]consciente temos a idéia da existência da alma, certo é que algum destino deverá tomar no fim da vida corpórea. E qual será? Argumentos não faltam. Religiões, Ciência e mesmo a mídia já são aparatos para comprovar que a alma se mantém em algum lugar (em outra dimensão, talvez) e após disso, dependendo do que lhe falta para depuração, volta para uma nova existência neste planeta que nos oferece tantas oportunidades de aperfeiçoamento.
Fizemos o mal? Devemos repará-lo, pois Justiça é pagar pelos erros cometidos e ser beneficiado pelas virtudes alcançadas. Justiça não é, por alguns erros encarnatórios influenciados pela sociedade pecadora, ser jogado em um lago de fogo ardente para perecer até os dias da eternidade. Isso não é Justiça. Isso é conceito dos Judeus de dois mil anos. Por isso, seremos submetidos à prova tantas vezes quantas forem necessárias, até que estejamos pontos para subirmos mais um grau na escalada evolutiva. Aqui se faz, aqui se repara.
Abraços Fraternos!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Fé ou Obras?
Uns dizem que para chegar ao céu é necessário ter fé, em contrapartida, outras opiniões dizem que o que nos levará para o céu são as boas obras que realizarmos. O que você acha?
Desde que o mundo é mundo várias religiões existiram assegurando e ensinando seus dogmas para conseguirem o reino celestial. Moisés tentou montar um caminho mais plano para tal, deixando o retoque final para Jesus, que com grande Glória desceu do aconchego celestial para ser crucificado por seu próprio povo. Mas mesmo assim, com o poder das palavras e das idéias essa foi a Doutrina que mais se abrangeu em toda a Humanidade, apesar de nem todos a crêem.
Sem dúvida o Cristianismo também gerou suas diversas religiões. Católicos e Protestantes, por exemplo, crêem no mesmo Deus, falam do mesmo Cristo, apregoam o mesmo Céu, condenam ao mesmo inferno, mas ficam guerreando entre seus dogmas para saber quem é capaz de fazer mais prosélitos. Não conheço todas as religiões Cristãs, mas a maioria das que eu conheço se encaixa no mesmo exemplo citado acima.
Enfim, apesar de toda essa guerra de foice que existe entre algumas religiões, falemos então do que realmente nos coroará ao final de nossa jornada, a fé ou as obras?

A Fé é um artifício bastante ensinado pelas doutrinas cristãs. Muitas delas afirmam que só irá para o céu quem tem fé. A Bíblia fala que a fé é a base de todas as coisas (Aos Hebreus 11), mas não fala que é o pré-requisito para entrar no céu. Pra falar a verdade, eu também não consigo imaginar uma pessoa ignorante, intransigente, egoísta, orgulhosa, porém transbordando de fé entrando no céu. É meio ilógico você não acha?
Por outro lado, Cristo, o autor dessa grande religião que nos foi ensinada e que um dia tornar-se-á única, falou claramente que "Fora da Caridade não há Salvação". Fazer a caridade é, necessariamente, realizar obras. Obras benévolas, cheias de amor ao próximo e a Deus. Jesus fez caridades todo o tempo de sua vida. Ele, o Mestre dos Mestres, exemplificou na prática como devemos proceder. Se ele é o nosso referencial, não devemos seguir outro senão o Rabí. Agora sim, fica mais fácil conceber a idéia de alguém entrando no céu mesmo não tendo fé, mas realizando diversas obras levando em consideração a Doutrina do Grande Mestre. Fica mais racional, mais lógico, não é mesmo?
Eu tenho o meu ponto de vista com relação a esse questionamento: Fé ou Obras? Podemos dizer que uma pessoa pode ter a fé maior do mundo, mas se tiver uma fé cega, daquelas que não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz e que não realizam os ensinamentos do Mestre, para com esses, Deus terá que usar de Misericórdia no grande dia. Ter fé não significa realizar obras. Já, se uma pessoa realiza obras, muito provavelmente ela tem a esperança de um dia alcançar a vida eterna nos céus. E o que é a fé senão a esperança? A fé é a esperança das coisas que se esperam, já dizia Paulo nas cartas aos Hebreus.
Entre fé e obras, fique com ambos!
Um Abraço Fraterno!
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007
A Mediunidade
Esse tema, infelizmente mal compreendido pela grande massa, gera muito preconceito. Seja por ignorá-lo, seja por herdar de seus círculos religiosos o preconceito infundado, principalmente contra a Doutrina Espírita. O que a grande maioria não sabe é que entre os seus próprios companheiros religiosos muitos deles são médiuns sensacionais!
O termo "médium" surgiu no século XIX com o professor Rivail quando servia de mensageiro da "nova" Doutrina denominada Espiritismo. A palavra em questão vem do latim mediare, que significa intermediário ou mediador. Rivail foi muito feliz ao utilizar este termo, pois não há melhor vocábulo para qualificar aquele ou aquela que se põe à disposição do plano espiritual para servir ou comunicar-se com o material.
Todos nós, sem exceção, somos médiuns. Uns mais e outros menos. O surpreende as pessoas é quando presencial alguém com uma mediunidade ostensiva, como era o caso de Chico Xavier, que escreveu mais de 400 livros, muitos de conhecimento que não era do nível intelectual do médium (considerando-se a formação acadêmica e cultural do mesmo). Alguns livros abordavam assuntos totalmente diferentes uns dos outros, mas dentro da ciência, filosofia e religião Espírita.
A mediunidade é uma característica do organismo do ser humano, por isso citei acima que todos somos médiuns, uns mais e outros menos. Com o estudo e a prática a mediunidade pode ser desenvolvida. O "dom" da mediunidade, se é que podemos chamar de dom, está ligada à glândula pineal que fica no centro do cérebro humano, glândula esta que os orientais e os hindus atribuem fenômenos sobrenaturais.
Para comprovar que todos somos médiuns, podemos citar alguns exemplos muito comuns que ocorrem no nosso dia-a-dia. Você já deve ter adentrado num ambiente onde seu humor tenha mudado drásticamente e voltado ao normal ao deixar este ambiente? Já bateu os olhos numa pessoa e, sem conhecê-la, concluiu sem erro sobre as características de sua personalidade? Já adivinhou o que outra pessoa iria falar e você falou antes dela de modo que ela se surpreendesse? Esses e outros são conclusões irrefutáveis de que todos somos médiuns. A captação dos fluídos de um ambiente e harmonização com os fluídos de outras pessoas são exemplos de fenômenos que acontecem entre espíritos. Para os primeiros, dizemos que a pessoa é sensitiva, daí o termo médium sensitivo. Já para o segundo, é a capacidade de comunicação telepática, um dos fenômenos que os Espíritos desencarnados se utilizam para colocarem-se em comunicação com o mundo material.
Além destes exemplos, existem aqueles cuja mediunidade é mais aflorada. Não são raros os casos em que pessoas afirma ver Espíritos de pessoas mortas, ouvirem barulhos e ruídos sem causa aparente, etc. Neste caso podemos dizer que são médiuns de nascença. Apesar de muitos não acreditareme, a mediunidade é um fato. Ela não escolhe religião, posição social, cor, raça nem idade. A mediunidade está no homem desde que o mundo é mundo, desde os tempos mais remotos.
Temos na história vários exemplos de médiuns que destacaram-se não só na literatura espírita, mas no conceito da humanidade. Muitos deles foram tidos como grandes homens ou mulheres. Na Bíblia é então, uma das maiores fontes de relatos mediúnicos, existem casos que o único argumento capaz de sustentar a sua não-existência é a antiga e desconsiderada afirmativa: "Isso é coisia do diabo!".
Agora sabendo isso, podemos nos perguntar: "Para que serve então a mediunidade já que a temos?" ou ainda "Faria Deus alguma coisa em vão?". Sem dúvidas a mediunidade é como a inteligência, intelecto e a razão, devemos utilizá-la da melhor forma possível, corrertamente, em prol do avanço pessoal e coletivo focado no bem.
Abraços Fraternos
Alguns relatos de mediunidade na Bíblia:
- Moisés proibia o povo de evocar Espíritos ou consultar adivinhadores (se isso era fato, Moisés sabia que era possível. Para proteger a inocência espiritual deles, achou por bem proibí-la); Dt 18,9-14
- Saul procura uma médium para falar com Samuel; ISm 28
- Maria Madalena viu dois Espíritos no sepulcro que Jesus foi sepultado e falou com eles; Jo 20,11-12
- João escreveu o Apocalipse através das revelações mediúnicas que recebia; Ap 1
Relatos de mediunidadade na História:
- Chico Xavier
- Joana D'Arc
- Bezerra de Menezes
- Peixotinho
- Divaldo Franco
- Etc.
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Outra Referência
terça-feira, 2 de outubro de 2007
As Diversas Vidas
Algumas vezes quando converso com espiritualistas que acreditam na reencarnação, percebo uma grande preocupação com duas coisas: ou a vida passada ou a futura. Mas e a vida presente? Diante de todo conhecimento que adquirimos com a Doutrina Espírita, temos sim preocupação com as vidas futuras, afinal, o que fizermos agora influenciará diretamente no futuro de alguma forma, mas não na vida passada, pois esta já foi a causa do que você vive agora, tanto de bom quanto de ruim.
Se pararmos para pensar, algumas pessoas que professam uma religião que abre espaço para a intelectualidade ou para saciar alguma curiosidade que não é resolvida com o conhecimento científico e/ou espiritual atual, preocupam-se mais com tais questões do que com a verdadeira essência da doutrina - o amor.
Como já foi escrito em um artigo anterior, Professar e Praticar tornam-se coisas totalmente distintas. Praticar algum rito, culto e/ ou dogma não vai fazê-lo melhor nem pior que um ateu. A Rerforma Íntima do Ser, que tanto falo nos artigos que escrevo e nas conversas com amigos, é o que deve ser o objetivo principal de todo o religioso. Como já disse Jesus: "Buscai primeiro o reino dos céus e as demais coisas lhes serão acrescentadas"; Neste caso, buscar o reino dos céus é encontrar dentro de cada um de nós, no universo que reside em nós, o amor que emana do Criador e partilhemo-o com os nossos irmãos.
Por fim, nada mais natural que nos aconselharmos sob da luz do Evangelho. Devemos sim nos preocupar com as questões científicas e filosóficas da nossa doutrina, pois faz parte e é um curso natural do nosso progresso, mas jamais devemos perder de vista os maiores ensinamentos que Jesus nos deixou: "Amai a Deus de toda a tua alma, com toda a força do teu Ser e de todo o teu coração e o próximo como a ti mesmo"
Artigos relacionados:
Não é muito o foco desse artigo, mas há quem precise de provas para acreditar em vidas passadas, reencarnação, etc. Por essa razão, deixo aqui para vocês uns videos como referência.
VIDAS PASSADAS
Caso #1
Caso #2
Caso #3






